10 coisas para fazer em Foz do Iguaçu

O que fazer em Foz do Iguaçu? É claro que a primeira resposta e a mais obvia é visitar as famosas Cataratas. Só o que estamos aqui para contar é que a cidade tem muitas coisas para aproveitar. Foz do Iguaçu faz fronteira com a Argentina e com o Paraguai. É um destino bom para o ecoturismo e para as compras.

Antes de fazer a listinha do que fazer, em Foz e nas cidades  das fronteiras, lembramos aqui que seguros de veículos e os dos carros alugados geralmente não possuem cobertura em outros países. Cuidado se for atravessar as fronteiras de carro.

Vamos começar, segue aí as 10 coisas para fazer em Foz de Iguaçu.

1- Parque Nacional do Iguaçu- Brasil

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Sim. Um espetáculo visite cada cantinho. Você adquire o seu ingresso na bilheteria e do lado interno do parque pega um ônibus que te leva ao local de observação das cataratas. Ande, pare, respire e contemple.

Informações sobre horário e valores clique aqui.

Confira também o mapa do parque.

2- Mucuco Safari

É um passeio realizado dentro do Parque, do lado brasileiro, sendo um pedaço na mata e o auge do passeio é de barco ali no rio Iguaçu pertinho das cataratas. Para fazer essa expedição, você descerá um pouco antes no ônibus interno do parque que te leva ao topo das cataratas. Pegará inicialmente um veículo que te levará pelo meio da mata até o ponto onde saem os barcos. Não leve nada que molhe ou então coloque tudo em um saco bem lacrado. É muita água. E é muito gostoso você ficar ali embaixo navegando e chegando perto das cataratas.

Para saber mais clique aqui.

3- Cataratas- Argentina

Muito hotéis realizam o transfer para o parque no lado argentino. Não deixem de visitar. Visitem os dois lados, os dois são belos e merecem serem contemplados. No lado argentino vimos mais quatis do que no do Brasil. Tome cuidado com os seus pertences, ainda mais se for comida, eles pegam de verdade e são muito ágeis.  Diferentemente do lado brasileiro onde a subida é feita de ônibus, na argentina é de trenzinho.

Um dos grandes diferencias do lado argentino é a Garganta do Diabo. Lá é o topo das Cataratas, o local onde conseguimos observar a água caindo. É impressionante.

Para valores e horários acesse aqui.

4- Parque das Aves

No Brasil, perto do parque. Várias aves. O visitantes entram nos viveiros e podem ter um contato muito próximo com os animais.

Para valores e horários clique aqui.

5- Itaipu

Há visitas guiada por dentro de Itaipu, ou melhor, há uma combinação de visitas para serem realizadas em Itaipu.  Área externa, interna e até um circuito ambiental. Claro, fizemos tudo que era oferecido. Curioso é visitar a parte interna da hidrelétrica.

Saiba mais aqui.

6- Ecomuseu de Itaipu

Localizado perto do acesso para a hidroelétrica, o museu conta a história local e da usina de forma bem interativa. Vale a visita.

Mais informações aqui.

7- Cidade do Leste.

Imagina a maior zona que você já viu em um polo comercial tumultuado? Multiplica por 100 e seja bem vindo a Cidade do Leste. O fluxo da fronteira é intenso. Muitos brasileiros deixam o carro do lado do Brasil e atravessam a pé ou nas lotadas, a maioria paraguaia para atravessar a ponte. Na ocasião o cara da kombi estava gritando que o preço para a travessia era 2 doláres, perguntamos se podia ser 2 reais ele aceitou. Ah… Se essa fosse a cotação…

Na Cidade do Leste você encontra de tudo. Do produto bom ao ruim, do original ao pirata. Tem tudo para todos os gostos. Tem que saber escolher e comprar para não se enrolar depois. Lá aceitam dolar e real (mas não com a mesma cotação do cara da kombi rrsrs). O guarani, moeda paraguaia, não circula por lá.

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9- Duty Free  Shop- Argentina

Na fronteira com a Argentina há um Duty Free grande e bom para compras. Confere aqui.

10- Marco das 3 fronteiras.

Encontro dos rios Paraná e Iguaçu. De lá podemos avistar do Brasil, o Paraguai e a Argentina.

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Apesar de serem 10 coisas… Em 4 dias sem dormir no ponto é possível ver tudo. As cataratas são lindas, Itaipu é interessante e o Paraguaí uma loucura. Visite e descubra.

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Você conhece as Cataratas do Iguaçu? Comenta aí.

 

 

Contemplando o encontro dos rios Negro e Solimões: o espetáculo das águas que não se misturam.

Rio Negro e Rio Solimões, o famoso encontro de rios onde as águas não se misturam. Estivemos lá e só temo uma coisa a dizer: é incrível.

O famoso encontro  dos rios ocorre perto de Manaus, ou seja, é possível sair de barco da capital amazonense para contemplar o fenômeno.

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Mas aí que está a pergunta: por que as águas não se misturam? Era exatamente o que queríamos saber quando estávamos lá. E descobrimos. É nítido que as águas são diferentes na cor, mas também são nas suas propriedade, por isso não se misturam com facilidade. É quase a mesma lógica de quando colocamos óleo e água em um pote e eles não se misturam com facilidade apesar de serem líquidos. Agora você imagina que não é um potinho pequeno com liquido, mas dois gigantescos rios…. Ah! É lindo.

Fizemos o passeio por uma agência e o barco saí do centro. Há também barcos particulares que realizem o passeio e  saem do porto do Ceasa, que é um pouco distante.

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Nos passeios oferecidos pelas agências eles combinam o encontro dos rios com outras atividades. O nosso passeio teve incio descendo o rio e passando pela encosta da cidade, e por aí fomos contemplando diversos pontos.. Até que passamos pelo ponto mais esperado: o encontro das águas. O pessoal do barco pegou na hora uma amostra da água de cada um dos rios para observamos as diferenças.

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A embarcação grande parou em um restaurante flutuante onde também havia local para compra de artesanato. Lá pegamos uma canoa motorizada para percorrer os igarapés. Os igarapés são caminhos de água que cortam a mata na época de cheia. A Amazônia com seus locais inesquecíveis e o os igarapés são uns desses. Nas épocas de seca é realizada uma caminhada pelo local, pois os igarapés deixam de existir por lá. No meio dos igarapés encontramos um menino remando uma canoa e vendendo bombom de cupuaçu. Foi impossível resistir!

Depois visitamos o lago das vitórias regias, por meio de uma estrutura suspensa que fizeram na mata. E fomos almoçar e ver o artesanato local.

Reservamos o nosso passeio no hotel que nos hospedamos o Saint Paul. O hotel é maravilhoso e fica pertinho do Centro Histórico.

Ah! Quando fomos? Era carnaval… Estávamos cansados dos preços absurdos praticados nos famosos pacotes de carnaval até que descobrimos que em Manaus tudo continuava o mesmo preço de sempre. Nem pensamos! Partiu Manaus! E foram tantas surpresas lá: muito mais do que o belo encontro das águas. Contaremos mais aqui no blog.

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E você? Conhece Manaus? Já viu o encontro das águas? Comenta aí!

Rota do Café Especial, experiência e sabor em São Lourenço – MG.

Nas Andanças por aí, em uma das nossas viagens sem saber exatamente quanto tempo duraria passamos por São Lourenço e descobrimos um passeio denominado Rota do Café Especial, da Unique. E seguindo a teoria de que precisamos conhecer para avaliar decidimos fazer a rota.

O ponto de encontro para o inicio da própria atividade é a cafeteria Unique que fica no Calçadão de São Lourenço. De lá pegamos uma van, com guia e água gelada,   e seguimos para Carmo de Minas, cidade vizinha a São Lourenço.

Lá em Carmo de Minas visitamos a fazenda com a plantação de café do grupo Unique. A Unique oferece cafés selecionados de qualidade para várias cafeterias famosas, já ganharam o premio de melhor café do mundo, além de ser um dos fornecedores do café contido nas capsulas de café Nespresso.

A experiência da plantação de café, foi maravilhosa, digamos que o local é lindo, mas o proposto ali é algo bem estilo olhar das viagens de Nas Andanças, é a experiência. É olhar, é aprender, é sair diferente de como chegamos.

Ali na fazenda aprendemos como é plantado um pé de café e quais os cuidados necessários. Aprendemos a diferença de um café comum vendido em qualquer mercado para um café selecionado. Ali, mais do que contemplar uma bela paisagem e conhecer novas coisas, compartilhamos valores humanos e histórias de vida.

Após a visita a fazenda retornarmos para São Lourenço e fomos para um espaço especial reservado no segundo andar da cafeteria. Lá aprendemos a fazer um bom café. Teve momento de degustação de café acompanhado com broa de milho e pão de queijo.

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A Rota do Café Especial foi uma daquelas surpresas achadas pelo caminho que sem dúvidas recomendamos!

E você? Aprecia um bom café? Comenta aí.

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Onde ficar em São Lourenço? Recomendamos o Hotel Central Parque.

Quer programar o seu passeio para a Rota do Café Especial? Clique aqui.

 

 

Santuário de N. S. de Fátima: permita-se sentir!

No último dia 13 maio comemorou-se 100 anos das aparições de Nossa Senhora em Fátima. Também foi celebrado, na mesma ocasião, a canonização dos pastores Francisco e Jacinta. Nada melhor do que recordar aqui no blog nossas andanças em Fátima.

Primeiro ponto que precisa ficar claro: Fátima é surpreendente. É um lugar que contagia, nos envolve de bons sentimentos. É mais do que um Santuário. É algo que se sente fortemente. Aqui recordo o que uma amiga não-católica disse-nos, em certa ocasião, que se emocionou muito quando esteve em Fátima. Por mais que ela não compartilhasse na fé de inúmeros devotos ali, ela sentiu a essência do local.

Caso queira saber mais sobre as aparições de Nossa Senhora em Fátima, sugerimos clicar aqui e acessar as narrativas das aparições na página oficial do Santuário de Fátima.

O primeiro passo para conhecer um local, claro, é saber como chegar. Portugal tem duas grandes cidades Porto e Lisboa. Fátima fica a 196 km de Porto e a 130km de Lisboa. Quase sempre pensamos em pegar um trem na Europa quando pensamos em fazer algum deslocamento para alguma cidade, mas para Fátima isso não é possível. Não há trem. Você precisa pegar um ônibus, fazer uma das várias excursões para peregrinos que são oferecidas ou alugar um carro.

Chegando em Fátima é possível fazer o mais importante e esperado: visitar a basílica de N.S. de Fática  e a capela das aparições. O complexo da cidade, também apresenta uma gama de atividades para serem realizadas.

Entre os demais locais a serem visitados estão a Basílica da Santíssima Trindade. Ali bem pertinho fica também o imperdível Museu do Santuário de Fátima. A 2km de Fátima encontra-se a casa de Lúcia e a casa de Francisco e Jacinta, em Aljustrel.  O Museu de Cera, conta a história das aparições com imagens repletas de realismo. Entre as atrações da mesma técnica destacamos também o Museu Vida de Cristo, que narra cenas da vida de Cristo por meio de esculturas de cera. Para completar o passeio vale uma caminhada pela Visa Sacra… Enfim, são tantos cantos maravilhosos em Fátima, que fica difícil mencionar o mais importante para ser visitado. É uma questão de tocar o coração.

Só é possível entender Fátima pisando lá, por isso sugerimos que se você ainda não foi, coloque Fátima na sua lista de locais a serem visitados. E quando estiver lá não veja apenas, permita-se sentir!

E você? Conhece? Comenta aí.

 

Entendendo Bonito – MS: como programar a sua viagem.

Bonito é bonito, não há dúvida alguma disso.  Águas transparentes repletas de peixes, cachoeiras, trilhas e cavernas. Vale ser visitado. Bonito traz uma proposta de um ecoturismo totalmente bem estruturado.
A maioria dos passeios são feitos em Reservas Particulares de Proteção Ambiental. Em geral são áreas que pertencem a grandes fazendeiros da região. E você paga para entrar.  Os espaços de receptivos são extremamente estruturados, oferecem almoço. As trilhas são cuidadas e por ocasiões feitas em estruturas  suspensas, você nunca fica desacompanhado de um monitor.  Os locais possuem número de visitantes por dia e por atividade. Você não pode chegar em uma atração para ver se tem vaga, até porque são um pouco distantes umas das outras. É necessário se dirigir para uma agência e fazer a reserva. Por meio de um sistema integrado a agência faz a reserva para a atividade garantindo a vaga.

Existem alguns tipos de passeios clássicos em bonito: flutuações, cachoeiras, balneários e cavernas. Em preço todas as flutuações são praticamente iguais, o mesmo serve para os de cachoeiras, balneários e cavernas. É tudo meio que tabelado. Você só precisa ver as especifidades de cada um e escolher o que julgar melhor.  Também há opções de arvorismo, boiá cross, rapel, mergulo e observação de pássaros.

Os atrativos não estão localizados no  centro de Bonito, alguns bem famosos chegam a ser em outros municípios, como a Lagoa Misteriosa e o Buraco das Araras que ficam no município de Jardins. O deslocamento até os atrativos pode ser feito de transfer, contratado nas agências,  ou de carro, por conta própria. Caso decida ir de carro, saiba que existe sinalização. As agências disponibilizam mapas detalhados e informam as distâncias exatas e o tempo necessário para o deslocamento.

Em Bonito, não existe, ou se existe é bem escondido, uma cachoeira ou um pedaço de rio para tomar banho que não seja de ninguém. Tudo é pago. A preocupação com a preservação ambiental é grande, o que é bonito de se ver.

Se você  é louco para viver uma aventura, trilhar, entrar em contato com a natureza, mergulhar, mas tem medo de fazer isso sozinho. Você não é daqueles que entraria em uma trilha desconhecida e se jogaria no primeiro rio que visse no caminho com muita naturalidade. Ou seja, você gosta, mas precisa se sentir seguro, Bonito é o seu lugar. Em Bonito você descobrirá o aventureiro que existe dentro de você.

Agora se você é um ecoturista experiente, trilheiro e desbrava corajosamente qualquer local quase que intocado, você concordará que Bonito é bonito. Permita-se viver a estranha experiência de sempre saber o lado certo da trilha, ter banheiro extremamente limpo, além de comer confortavelmente uma comida de fazenda bem servida no meio do mato.

Bonito é bonito! Tão bonito que faremos aqui no blog outras postagens contando sobre os diversos atrativos. Você conhece? Tem alguma dúvida para programar a sua viagem? Comenta aí.

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Trilha do Ouro: a incrível travessia de 53 km pela Mata Atlântica

Nossas Andanças pela trilha do ouro foi muito antes de imaginar que criaríamos um espaço como esse blog para relatar as nossas experiências. Fizemos a trilha durante um carnaval, que no meio da mata foi bem animado, cansativo, prazeroso e relaxante. Música? A delicadeza dos sons da Mata.

A trilha do ouro começa por dentro do Parque Nacional da Bocaina, em São José do Barreiro, e termina em Mambucaba, Angra dos Reis. É u​

ma travessia feita em 3 dias com um total de 53 km.

A Trilha do Ouro é uma travessia pela Serras da Bocaina e  do Mar. Uma parte considerável do trajeto é coberta de pedras colocadas no final do século XVIII por escravos. Pela trilha  passaram as tropas carregadas com o ouro e café. Atualmente passam somente os aventureiros do Brasil e do Mundo para contemplar as belezas da Mata Atlântica.

É possível ir sem guia? Dependendo da época do ano que você fizer a trilha era terá um movimento considerável de pessoas. Vale pontuar que não há sinalização. A parte de mata bem fechada e bem fechada mesmo é a do último trecho de trilha. Desvendar o trajeto do último trecho foi um tanto que confuso. Há trecho da trilha que é necessário atravessar rios com bastante correnteza, para isso é necessário material apropriado e alguma experiência. Resumindo, se você for alguém muito experiente, que saiba voltar caso se perca e tenha resistência física para tanto, pode ser que você consiga ir sem guia, mas contem com a possibilidade de se perder.

Outra questão: onde dormir? Existem alguns moradores que fizeram em suas própria casa um tipo de estalagem. Você paga uma quantia razoavelmente barata e pode dormir, tomar banho, jantar e tomar café da manhã. Vale muito a pena. Caso não queira dormir no interior da casa, é possível pagar menos só pela alimentação e o banho. Dormir no interior das casas é muito bom e reduz o peso da sua bagagem, consideravelmente. Os guias que fazem a travessia conseguem contatos antecipadamente com os moradores e podem reservar os espaços. Só uma observação, os guias conseguem falar com os moradores, mas lá não tem sinal de celular.

No primeiro dia de trilha, fizemos a caminhada mais longa, um total de 26 km. A estrada ainda era larga, com muitas subidas e descidas, principalmente. Vale ressaltar que nesse dia de trajeto foi o que mais caminhamos. Dormimos essa primeira noite na casa da D. Palmira. Ela é uma atração da trilha. Ela é extremamente acolhedora, a casa muito simples e aconchegante. A comida feita no fogão a lenha é de outro mundo de tão saborosa. Sabe aquela batata chips crocante e sequinha? A Dona Palmira faz.

O segundo trecho é bem bonito e foi o mais tranquilo na nossa opinião, apenas 10km de caminhada, Passamos por mais cachoeiras e dormimos na casa do Tião. A estrutura da casa do Tião é bem maior quase como se fosse um hostel, com vários quartos com beliche, bem diferente da Dona Palmira. Para chegar no Tião, bem como para seguir a trilha, é preciso atravessar um trecho do rio. Construíram, para esse o objetivo, uma espécie de teleférico manual.

O terceiro dia, a trilha é bem fechada, passamos por um trecho com muita lama, nossa perna afundava muito. É o trecho mais íngreme de todos. Foram o total de 18 km. caminhados. Também foi nesse dia que atravessamos o rio Mambucaba com auxílio de cordas. Chegando em Mambucaba pegamos uma condução que nos aguardava para retornar para São Jose do Barreiro. Aproximadamente 3 horas e 30 minutos  de trajeto. Contratamos um guia local e no nosso pacote já contava com o transporte da Kombi para o retorno.

Três dias sem internet, sem redes sociais, sem postar nada para ninguém. Três dias sem ouvir o telefone tocar, sem barulho de carros, sem som alto. A caminhada é extremamente gostosa, a vegetação muda, o cenário se transforma, o clima também. Contemplação, água de nascente, disposição, ar puro, aprendizado. Olhar o mundo e ver como tudo é tão bom, tão lindo. A experiência da trilha vale muito, muito mais que ouro. É experiência e nada nos faz mais ricos.

 

E você? Já fez alguma travessia inesquecível? Conta aqui para gente.

 

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Contratamos o nosso guia pela MW Trekking.

 

 

Para além dos lençóis maranhenses: um passeio pelo rio preguiça

Para muitos, quando se pensa no Maranhão rapidamente é associado aos Lençóis. O Maranhão tem muito mais do que os Lençóis para se conhecer. É um estado relativamente grande e cheios de encantos diferentes. Porém os encantos do Maranhão deixaremos para contar em outro momento, falaremos aqui do que nos tocou na região Lençóis.

Uma das principais portas de acesso, ou melhor, uma das bem movimentadas para os Lençóis Maranhenses é pela cidade de Barreirinhas. Não há dúvidas de que o local é incrível e contemplativo, uma imensidão sem fim de areias.  O que queremos contar aqui é que esse cenário belo e tão badalado da região não é o único que você pode ver nas andanças pelos Lençóis.

Ali, na cidade de Barreirinha, são realizados passeios de barco pelo Rio Preguiça. Feitos em um tipo de embarcação simples com motor, conhecida na região pelo nome de voadeiras, o passeio é agradável e permiti contemplar cenários diversos . O curso de rio corta parte dos lençóis, tem parada para banho, passagem por igarapés e comunidades ribeirinhas.

Na primeira parada em Vassouras, vimos os macacos pegando os cocos que as pessoas bebiam a água e deixavam largados em qualquer lugar. Eles colocavam a pata dentro e retiravam o coco.

Na parada realizada em Mandacaru, depois de subir muitas escadas com disposição, contemplamos um vista maravilhosa.

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Já em Caburé, onde um lado é rio outro é mar, é possível tomar banho de mar e depois voltar para o rio para tirar o sal.

O passeio pelo Rio Preguiça deixou recordações positivas, foi uma boa experiência. Uma surpresa maravilhosa, algo inesperado no roteiro. Nada como sentir aquele vento em um passeio de barco com um cenário daqueles de suspirar.

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E você? Conhece os Lençóis Maranhenses? Já andou de voadora no Rio Preguiça? Conta aí para gente.